segunda-feira, 26 de novembro de 2018

O Dia da Floresta Autóctone


O Dia da Floresta Autóctone celebra-se no dia 23 de novembro. O dia foi estabelecido para divulgar a importância da conservação das florestas naturais da Península Ibérica e a promoção das espécies de árvores originárias do nosso território. É um dia adaptado às condições climatéricas de Portugal e de Espanha para se proceder à sementeira ou plantação de árvores autóctones.

Uma floresta autóctone é uma floresta de árvores originárias do próprio território, como é o caso dos carvalhos, dos medronheiros, dos castanheiros, dos loureiros, das azinheiras, dos azereiros, dos sobreiros, …

Para comemorar o dia, a turma de operadores de jardinagem promoveu uma ação de sensibilização aos alunos do agrupamento, elaborou um desdobrável que foi distribuído aos alunos do 5º e 8º ano (por serem os anos letivos onde esta temática mais se aborda) e irá desenvolver uma atividade prática de sementeira de espécies autóctones, com as sementes que os alunos trouxerem.


Medronheiro (Arbutus unedo)              



Castanheiro (Castanea sativa)


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Exposição "Imagens 3D"


Nas primeiras aulas de Morfologia Vegetal, no âmbito do módulo Botânica, os alunos do 9ºCB1 - Técnicos operadores de jardinagem,  pesquisaram e selecionaram imagens 3D alusivas a espécies vegetais, paisagens de jardins e espécies animais que habitam os jardins.
Construíram também vários óculos 3D com uma lente vermelha e uma lente azul e convidam-nos a ver a Terra, plantas e animais com "outros olhos"!

Vem à biblioteca escolar e dedica alguns segundos a cada imagem com os óculos 3D.


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Dia Internacional dos direitos das Crianças


Para comemorar-se esta data os alunos da tutoria do 6ºE, Catarina Figueiredo, Carolina Fonseca e António Pinto realizaram uma pequena exposição sobre esta temática, como podem visualizar pelas fotografias abaixo.

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       No dia 20 de Novembro de 1959, por aprovação unânime, a Assembleia-geral das Nações Unidas proclamou a Declaração dos Direitos da Criança. Esta Declaração é uma adaptação especial de algumas partes da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas só para as crianças.
A luta para que esses direitos sejam respeitados é difícil e não acaba nunca. Por isso, quando a Declaração dos Direitos da Criança completou 30 anos, em 20 de Novembro de 1989, a ONU também aprovou a Convenção sobre os Direitos da Criança, documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respetivas disposições para que sejam aplicados.
A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais, que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:

·                 A não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.

·            O interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as ações e decisões que lhe digam respeito.

·          A sobrevivência e desenvolvimento sublinham a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.

·              A opinião da criança, que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

     A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:
·      Os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
·      Os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
·      Os direitos relativos à proteção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
·      Os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)

       A Convenção sobre os Direitos da Criança não é um conjunto de promessas, mas de obrigações. A sua aplicação é, em primeira instância, uma obrigação dos governos, mas exige o envolvimento de toda a sociedade – pais, professores, ativistas sociais e as próprias crianças têm um papel importante a desempenhar. Com o apoio de cada um de nós, este movimento mudará o mundo para as próximas gerações. (UNICEF)

      "A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes." - esta brilhante frase do escritor Oscar Wilde resume na perfeição o objetivo da celebração desta data e da batalha eterna a favor das crianças.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Troca de leituras



Hoje, na  atividade "Troca de leituras", a aluna Iara da turma 5 leu a história "Adoro chocolate" de Davide Cali para os alunos da turma 5 e 6.
No final a exploração da história foi feita pela Iara.
Os colegas no final colocaram perguntas à Iara e vice-versa.




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Troca de leituras

Ontem, dia 14 de novembro, foi mais um dia de "troca de leituras".
A aluna Benilde da turma 6 trouxe a história da "Maria castanha" que leu para os colegas de turma e para os alunos da turma 5.
No final, a professora Manuela fez a exploração da história.
Visto, ser uma história sobre castanhas também falaram sobre este fruto.

Aqui, ficam algumas fotos desse momento.



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

São Martinho

As tradições do dia de São Martinho
  
O dia de São Martinho é festejado um pouco por toda a Europa, mas as celebrações variam de país para país. Em Portugal é tradição fazer-se um grande magusto, beber-se água-pé e jeropiga. Esta é também uma altura em que se prova o novo vinho. Como diz o ditado popular, “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho”.

Assar uma fogueira e comer castanhas quentinhas! Chegou o São Martinho é tempo de festejar! Mas, porque celebramos assim o São Martinho?


O São Martinho festeja-se numa época do ano marcada pela colheita da castanha (feita durante os meses de outubro, novembro e dezembro) por isso, é natural que ela seja convidada para fazer parte da festa!
   Mas há histórias que contam que a origem dos magustos até está no Dia de Todos os Santos, 1 de novembro. Diz-se que se terá começado por preparar mesas com castanhas por altura de novembro para que os espíritos dos mortos da família aparecessem e as pudessem comer!

O QUE SABES SOBRE A CASTANHA?!

Um ouriço cheio de picos guarda a castanha até ela estar madura e pronta para comer!

 A árvore de onde vem a castanha é o castanheiro. Quando nasce, a castanha está protegida por uma "capa" cheia de picos - o chamado ouriço da castanha. Quando chega o outono, o ouriço abre-se e a castanha cai, podendo ser apanhada.
   A castanha é um alimento consumido desde os tempos da pré-História. Durante muito tempo, antes da batata se espalhar pelo mundo, era a base da alimentação - o que não é de estranhar, porque a castanha é quase uma super heroína!
   É uma excelente fonte de energia, rica em vitaminas C e B6 (que ajudam a combater muitas doenças) e em minerais como o potássio, o fósforo e o magnésio (que fortalecem os ossos e os músculos). É também uma ótima fonte de fibra alimentar (que regula os intestinos) e ainda tem um baixo teor de gordura.
   Diz-se que são boas assadas e quentinhas, mas há muitas outras maneiras de comer castanhas: cozidas, em puré, numa sopa, em sobremesas, doces... 

Para comemorar esta data os alunos do 6ºE de tutoria realizaram vários trabalhos, os quais foram expostos na biblioteca.
Os alunos do 4ºano,turma 6 também participaram com quadras alusivas ao São Martinho.
Como podem ver através destas fotografias.






quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Troca de leituras


Hoje, na atividade "Troca de leituras" a aluna Luana Fonseca da turma 5 leu a história "O alfaiate valete" para os seus colegas da turma e para os alunos da turma 6.
No final, a professora Ângela fez a exploração da história.

Aqui, ficam as fotos deste momento.



Soldado Milhões, o português que enfrentou sozinho uma ofensiva alemã

    Foi em abril de 1918, durante a Batalha de La Lys (Flandres), e os seus atos de bravura valeram-lhe a mais alta condecoração militar nacional, a Ordem de Torre e Espada.
   Na sua terra natal, no concelho de Murça, distrito de Vila Real, todos conhecem a história do jovem analfabeto e pobre, um franzino com pouco mais de metro e meio de altura, que desobedeceu às ordens de retirada e ficou para trás, sozinho e abrigado numa trincheira, a disparar contra o inimigo.
   Milhais acabou por ficar conhecido como o soldado Milhões, um epíteto que nasceu com o elogio do seu comandante, Ferreira do Amaral: “Tu és Milhais, mas vales milhões”.
   Durante a batalha, o soldado corria entre os vários abrigos, disparando de diferentes posições e criando a ilusão, nas tropas alemãs, de que a posição estava a ser guardada por vários militares.
   À quarta ofensiva, os soldados alemães decidiram contornar aquele ponto e deixaram o português para trás das linhas inimigas, onde sobreviveu durante uns dias, com umas amêndoas doces no bolso, até encontrar um oficial escocês que o ajudou a encontrar o batalhão português.
   Foi esse mesmo oficial que relatou depois o ato heroico do soldado transmontano.
   Aníbal Augusto Milhais, mais conhecido por Soldado Milhões, foi o soldado português mais condecorado da I Guerra Mundial e o único militar português condecorado com a mais alta honraria nacional.

Nascimento9 de julho de 1895, Murça
Falecimento3 de junho de 1970, Murça
NacionalidadePortuguês
Morte3 de junho de 1970 (74 anos);Valongode MilhaisMurçaPortugal





CENTENÁRIO DA GRANDE GUERRA -1914/1918- 1ª GUERRA MUNDIAL


O armistício assinala o fim da primeira guerra mundial, que começou a 1 de agosto de 1914. Assinado por todos os beligerantes era assim suspensa a guerra e confirmada a vitória dos Aliados (Franceses, ingleses e americanos) sob a Alemanha.
   São 11 horas do dia 11 de novembro. Todos os sinos tocam a anunciar o fim da guerra. Numa carruagem restaurante de um comboio estacionado na floresta de Compiègne, na Picardia, entre as 5h12 e 5h20, os generais alemães reuniram-se com os Aliados para assinarem uma convenção de paz, o armistício.
   Nos três dias que precedem a assinatura do armistício, Aliados e alemães negoceiam um contrato humilhante para os derrotados. Estipula, entre outras coisas, o cessar-fogo imediato, a entrega por parte dos alemães de todo o material de guerra, da sua aviação e frota de guerra, a evacuação imediata dos territórios invadidos (Bélgica, França, Luxemburgo, Alsácia-Lorena) e a margem esquerda do Rhin (na Alemanha).
   Devido ao seu carater inédito e atroz, a Grande Guerra suscita na Europa uma vaga de esperança e de pacifismo: todos desejam evitar que este tipo de conflito se repita.
   Em 1919, a Sociedade das Nações (antepassada da ONU) é criada para desanuviar as relações internacionais e privilegiar as relações de paz. Mas as cláusulas do armistício são muito duras para a Alemanha enfraquecida poder suportar. A crise económica e o crash da bolsa em 1929 abrem a porta a inúmeras contestações, onde se destaca o movimento nacional-socialista, ou movimento nazi.




Desfile militar assinala os 100 anos do Armistício da Primeira Guerra- Lisboa 4 de novembro de 2018

Portugal assinalou no passado domingo, em Lisboa, com um desfile militar os 100 anos do Armistício da Primeira Guerra, reunindo as altas figuras do Estado.
A cerimónia evocativa dos 100 anos do fim da I Guerra Mundial (1914-1918) começou às 11 horas com a chegada do presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, que passou revista às forças em parada e discursou depois de uma homenagem aos mortos, com a deposição de uma coroa de flores.
Estiveram ainda representadas as forças armadas da Alemanha, EUA, França e Reino Unido, com 80 militares.
Com o propósito de "homenagear a paz" e "honrar a memória" dos 100 mil portugueses que combateram na I Guerra Mundial e os 7500 que morreram no conflito, a cerimónia pretendeu ainda "estimular o orgulho nacional" e ser "um ato de cidadania", segundo porta-voz do EMGFA, chefiado pelo almirante António Silva Ribeiro.
Portugal participou na Grande Guerra com cerca de 100.000 homens ao lado dos aliados, enviando para a frente ocidental o Corpo Expedicionário Português, em 1917.
Os soldados portugueses estiveram também presentes na frente de Angola, em 1914-1915, em Moçambique, entre 1914 e 1918, e em França, em 1917 e 1918.





terça-feira, 6 de novembro de 2018

"Mostrar Ciência"



“Mostrar Ciência” é uma atividade que a biblioteca de Midões está a desenvolver junto dos alunos do 1º ciclo. Começámos por investigar porque é que a maioria das plantas tem cor verde e porque é que as folhas no outono apresentam cores tão diferentes (amarelo, vermelho, laranja…)! Assim, com orientação da professora Cindy, os alunos do 2º, 3º e 4º anos extraíram e separaram (por cromatografia) os pigmentos fotossintéticos de folhas verdes de espinafre e depois extraíram os pigmentos de folhas outonais de videira. No dia 22 de outubro, realizaram a experiência os alunos da turma 4, acompanhados pelo professor Rui; no dia 29 de outubro foram os alunos da turma 5, acompanhados pela professora Ângela e no dia 2 de novembro os cientistas foram os alunos da turma 6, acompanhados pela professora Manuela.
Conversámos sobre algumas regras de segurança a ter num laboratório e revelaram-se excelentes cientistas!
Aqui ficam algumas fotos desta atividade.









quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Concurso” Põe a tua Terra nos Píncaros 2” ”____Um Herói da tua Terra João Brandão


Lembram-se da publicação do dia 16 de outubro, sobre um concurso organizado pela Rádio Miúdos, em colaboração com a Rede de Bibliotecas Escolares, “Põe a tua Terra nos Píncaros 2 - Um Herói da tua Terra".
Assim, a 30 de outubro a Escola terminou todo esse processo. Fez-se o texto sobre o herói local, João Brandão, fez-se o ensaio do spot áudio e passou-se à gravação.
Os intervenientes em todo este processo foram: o coordenador da biblioteca, António Neves; professora da biblioteca, Luísa Brito; e as professoras, Florbela Cunha (9º ano), Ângela Lourenço (3º ano) e Manuela Ramos (4º ano); e os alunos: Gabriel Santos, Joana Santos e João Gouveia (9º ano); Luana Fonseca e Constança Oliveira (3º ano) e Beatriz Nunes e Afonso Coelho (4º ano).
Aqui, ficam algumas fotos desse momento.




 Agora é esperar pelos resultados!

Comemoração do Halloween na Biblioteca


Hoje comemora-se o Dia das Bruxas. A tradição de se comemorar este dia é muito recente em Portugal, tendo ganho alguma popularidade entre os mais jovens, por ser uma data assinalada em contexto escolar.
Neste dia, à noite, as crianças fantasiam-se e percorrem as ruas, batendo de porta em porta a pedir guloseimas aos vizinhos.
Quando a porta se abre devem dizer "doçura ou diabrura?".
Se o vizinho não der um doce ou guloseima, as crianças podem fazer uma travessura.A Biblioteca juntou-se ao professor Paulo Gomes de Inglês e seus alunos do 5º e 6º anos e ao professor Marco Gomes, com os alunos do 3º e 4º ano, fazendo uma exposição com os trabalhos desenvolvidos na sala de aulas. E com uma pequena amostra de livros alusivos ao tema.

Sabes qual é a origem do Halloween?

    É uma tradição/celebração pagã importada dos países anglo-saxónicos, em especial dos Estados Unidos, Irlanda, Canadá e Reino Unido.
      As raízes da celebração remontam aos povos da antiguidade, havendo vestígios de celebrações do dia 31 de outubro, por exemplo entre os Celtas (Irlanda), que celebravam esta data por ela coincidir com o fim do verão, período de fertilidade, e dar início a um novo ano.
        A comemoração original chamava-se Samhain, que significa "Fim de Verão”.
Acreditavam que, nessa noite, os mortos, que para eles viviam em felicidade perfeita, visitavam a Terra, voltando às suas casas, facto que era celebrado com rituais de adoração, fazendo-se fogueiras para afastar os espíritos malignos.
         Os símbolos deste dia são a abóbora, a bruxa e velas.

     Aqui ficam algumas fotos representativas dos trabalhos dos alunos.