quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Bom ano 2019
A equipa da biblioteca escolar de Midões deseja a todos um bom ano de 2019.
Que seja um ano com muitas leituras.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
Troca de leituras
Ontem, na atividade "troca de leituras", alguns alunos da turma 6 dramatizaram a história "A educação".
A dramatização foi feita para a turma 5.
Uma forma diferente de apresentar uma história.
Parabéns!!!
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
Boas Festas
A equipa da biblioteca escolar de Midões deseja a todos um santo e feliz Natal e um próspero Ano Novo com muitas leituras!!!
Natal
O Dia de Natal é um dos feriados mais importantes no calendário católico português e é a data mais esperada do ano pelas crianças.
O Natal celebra-se todos os anos a 25 de dezembro. É nesse dia que se comemora o nascimento do Menino Jesus, filho da Virgem Maria e de São José.
Festa de Natal
Na noite de 24 de dezembro as famílias reúnem-se para a Ceia de Natal. À mesa degustam as iguarias de Natal, tal como o bacalhau, as rabanadas, o pão-de-ló, o bolo-rei, os sonhos de natal, entre muitos outros alimentos tradicionais da época.
Às 00h00 do dia 25 de dezembro realiza-se a tradicional Missa do Galo em certas localidades do país. Algumas famílias assistem a esta missa que comemora o nascimento do Menino Jesus, em Belém. Em casa beija-se o Menino Jesus do presépio à meia-noite.
Depois da meia-noite as crianças podem abrir os presentes colocados junto à árvore de Natal. Algumas esperam até à manhã de 25 de dezembro para abri-los. No dia 25 o almoço junta novamente as famílias para a comemoração do Natal.
Origem do Natal
O dia 25 foi a data escolhida para celebrar o nascimento de Jesus. Isso porque não se sabe ao certo quando terá acontecido.
Essa foi a forma encontrada para tornar religiosa as festas romanas pagãs que eram celebradas na mesma altura.
Significado da Palavra
O termo Natal tem origem na palavra do latim “natalis” que, por sua vez, é derivada do verbo nascer (nāscor).
Símbolos do Natal
Árvore de Natal
Além de representar o nascimento de Jesus, a árvore de Natal significa esperança e paz.
O pinheiro foi o tipo de árvore escolhida pelo fato de ser uma das que sobrevive ao inverno rigoroso, já que sua origem é europeia.
Trata-se de um dos símbolos mais emblemáticos da festa natalina, montada próximo da data festiva e desmontada no Dia de Reis, em 06 de janeiro.
Atualmente, é colocada uma estrela no topo da árvore, a qual representa a Estrela de Belém. Foi essa estrela que guiou os reis magos até o local de nascimento do Menino Jesus.
Presépio
O primeiro presépio data do século XIII e foi montado por São Francisco de Assis. Simboliza a união do divino com o terreno, afinal reúne pessoas, animais e a figura de Deus.
Ele representa o nascimento do Menino Jesus ao lado de José e Maria, seus pais. Na cena, também estão presentes animais como burro, ovelha e boi. Geralmente, os presépios são montados nas casas, nas igrejas e em diversos locais durante o ciclo do Natal.
Pai Natal
Inspirado na figura de um bispo turco chamado São Nicolau, surge a figura mais emblemática do Natal: o Pai Natal.
São Nicolau costumava deixar moedas próximas às chaminés das pessoas mais necessitadas. Já o Pai Natal leva presentes para as crianças que se comportam bem durante o ano.
Ceia de Natal
A sua origem é europeia e simboliza a união e a confraternização das famílias. Assim, na véspera de Natal, os familiares se reúnem à mesa para a tradicional ceia de Natal.
A biblioteca embelezou o espaço com alguma criatividade.
Os alunos do 5º e 6º ano realizaram vários postais de Natal na disciplina de Inglês, com o Professor Paulo Gomes.
Aqui vai uma pequena amostra!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Comemoração dos direitos Humanos
Comemora-se os
70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos
Hoje, dia 10 de Dezembro, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos cumpre 69 anos de vida, dia em que se
iniciam as comemorações dos 70 anos deste documento histórico, que se
prolongarão ao longo de todo o próximo ano.
A Declaração Universal dos Direitos
Humanos, adotada pela Assembleia Geral da ONU a 10 de dezembro de 1948, resulta
do trauma causado pela Segunda Guerra Mundial. Com o fim do conflito e a
criação das Nações Unidas, a comunidade internacional comprometeu-se em impedir
que tais atrocidades voltassem a ter lugar. Por isso, os líderes mundiais
decidiram complementar a Carta das Nações Unidas com um guião que garantisse os
direitos fundamentais de cada indivíduo em qualquer parte do Mundo: a
Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Para tal, foi criada uma Comissão de
Direitos Humanos, composta por 18 membros de diferentes contextos políticos,
culturais e religiosos. Eleanor Roosevelt, viúva do presidente americano
Franklin D. Roosevelt, presidiu a esta Comissão que contava ainda com a
participação de René Cassin de França, que compôs o primeiro rascunho da
Declaração, o Comissário Charles Malik do Líbano, o Vice-Presidente Peng Chung
Chang da China e John Humphrey do Canadá, Diretor da Divisão de Direitos
Humanos da ONU, que preparou o plano da Declaração. Eleanor Roosevelt é ainda
hoje reconhecida como a grande impulsionadora desta Declaração.
O primeiro rascunho da Declaração foi
proposto em setembro de 1948, com mais de 50 Estados membros participantes na
elaboração da versão final. A Assembleia Geral, reunida em Paris, adotou a
Declaração Universal dos Direitos Humanos, com oito nações absolvendo-se da
votação, mas nenhuma dissidente.
O texto da UDHR foi acordado em menos de
dois anos, numa altura em que o mundo se dividia em dois blocos: oriental e
ocidental, o que dificultou ainda conseguir um compromisso sobre a essência do
documento. Hoje esta declaração histórica é o documento mais traduzido do
mundo, estando disponível em mais de 370 línguas e dialetos.
A docente da disciplina de MRC preparou
uma exposição sobre esta temática, com os alunos do 5º, 6º e 7º ano, à qual se
juntou a Biblioteca, que poderá ser visitada até ao final da semana.
Visitem-nos.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
“Mostrar Ciência”
“Mostrar Ciência” é uma atividade
que a biblioteca de Midões está a desenvolver junto dos alunos do 1º ciclo.
Começámos por investigar porque é que a maioria das plantas tem cor verde e
porque é que as folhas no outono apresentam cores tão diferentes (amarelo,
vermelho, laranja…)! Assim, com orientação da professora Cindy, os alunos do
2º, 3º e 4º anos extraíram e separaram (por cromatografia) os pigmentos
fotossintéticos de folhas verdes de espinafre e depois extraíram os pigmentos
de folhas outonais de videira.
No dia 22 de outubro, realizaram a experiência os
alunos da turma 4, acompanhados pelo professor Rui Mendes; no dia 29 de outubro foram
os alunos da turma 5, acompanhados pela professora Ângela Lourenço e no dia 2 de
novembro os cientistas foram os alunos da turma 6, acompanhados pela professora
Manuela Ramos.
Também conversámos sobre algumas regras de segurança a ter num laboratório e
revelaram-se excelentes cientistas!
Restauração da Independência
"No dia 1 de Dezembro, comemorou-se a RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA PORTUGUESA."
Sabes o que se passou?
A morte de D. Sebastião, em
Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outros motivos de natureza vária que
não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de
Portugal. Sem um sucessor direto, a coroa passou para Filipe II de Espanha.
Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar
pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais.
Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos
nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de
subalternidade em relação a Espanha. Esta situação leva a que se organize um
movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes
elementos do clero e da nobreza. A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40
fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua,
representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e
vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal. Termina,
assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal. A revolução de Lisboa foi
recebida com júbilo em todo o País.
Aclamação
do rei D. João IV, Duque de Bragança, Rei de Portugal
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