quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Troca de leituras



Hoje, na  atividade "Troca de leituras", a aluna Iara da turma 5 leu a história "Adoro chocolate" de Davide Cali para os alunos da turma 5 e 6.
No final a exploração da história foi feita pela Iara.
Os colegas no final colocaram perguntas à Iara e vice-versa.




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Troca de leituras

Ontem, dia 14 de novembro, foi mais um dia de "troca de leituras".
A aluna Benilde da turma 6 trouxe a história da "Maria castanha" que leu para os colegas de turma e para os alunos da turma 5.
No final, a professora Manuela fez a exploração da história.
Visto, ser uma história sobre castanhas também falaram sobre este fruto.

Aqui, ficam algumas fotos desse momento.



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

São Martinho

As tradições do dia de São Martinho
  
O dia de São Martinho é festejado um pouco por toda a Europa, mas as celebrações variam de país para país. Em Portugal é tradição fazer-se um grande magusto, beber-se água-pé e jeropiga. Esta é também uma altura em que se prova o novo vinho. Como diz o ditado popular, “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho”.

Assar uma fogueira e comer castanhas quentinhas! Chegou o São Martinho é tempo de festejar! Mas, porque celebramos assim o São Martinho?


O São Martinho festeja-se numa época do ano marcada pela colheita da castanha (feita durante os meses de outubro, novembro e dezembro) por isso, é natural que ela seja convidada para fazer parte da festa!
   Mas há histórias que contam que a origem dos magustos até está no Dia de Todos os Santos, 1 de novembro. Diz-se que se terá começado por preparar mesas com castanhas por altura de novembro para que os espíritos dos mortos da família aparecessem e as pudessem comer!

O QUE SABES SOBRE A CASTANHA?!

Um ouriço cheio de picos guarda a castanha até ela estar madura e pronta para comer!

 A árvore de onde vem a castanha é o castanheiro. Quando nasce, a castanha está protegida por uma "capa" cheia de picos - o chamado ouriço da castanha. Quando chega o outono, o ouriço abre-se e a castanha cai, podendo ser apanhada.
   A castanha é um alimento consumido desde os tempos da pré-História. Durante muito tempo, antes da batata se espalhar pelo mundo, era a base da alimentação - o que não é de estranhar, porque a castanha é quase uma super heroína!
   É uma excelente fonte de energia, rica em vitaminas C e B6 (que ajudam a combater muitas doenças) e em minerais como o potássio, o fósforo e o magnésio (que fortalecem os ossos e os músculos). É também uma ótima fonte de fibra alimentar (que regula os intestinos) e ainda tem um baixo teor de gordura.
   Diz-se que são boas assadas e quentinhas, mas há muitas outras maneiras de comer castanhas: cozidas, em puré, numa sopa, em sobremesas, doces... 

Para comemorar esta data os alunos do 6ºE de tutoria realizaram vários trabalhos, os quais foram expostos na biblioteca.
Os alunos do 4ºano,turma 6 também participaram com quadras alusivas ao São Martinho.
Como podem ver através destas fotografias.






quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Troca de leituras


Hoje, na atividade "Troca de leituras" a aluna Luana Fonseca da turma 5 leu a história "O alfaiate valete" para os seus colegas da turma e para os alunos da turma 6.
No final, a professora Ângela fez a exploração da história.

Aqui, ficam as fotos deste momento.



Soldado Milhões, o português que enfrentou sozinho uma ofensiva alemã

    Foi em abril de 1918, durante a Batalha de La Lys (Flandres), e os seus atos de bravura valeram-lhe a mais alta condecoração militar nacional, a Ordem de Torre e Espada.
   Na sua terra natal, no concelho de Murça, distrito de Vila Real, todos conhecem a história do jovem analfabeto e pobre, um franzino com pouco mais de metro e meio de altura, que desobedeceu às ordens de retirada e ficou para trás, sozinho e abrigado numa trincheira, a disparar contra o inimigo.
   Milhais acabou por ficar conhecido como o soldado Milhões, um epíteto que nasceu com o elogio do seu comandante, Ferreira do Amaral: “Tu és Milhais, mas vales milhões”.
   Durante a batalha, o soldado corria entre os vários abrigos, disparando de diferentes posições e criando a ilusão, nas tropas alemãs, de que a posição estava a ser guardada por vários militares.
   À quarta ofensiva, os soldados alemães decidiram contornar aquele ponto e deixaram o português para trás das linhas inimigas, onde sobreviveu durante uns dias, com umas amêndoas doces no bolso, até encontrar um oficial escocês que o ajudou a encontrar o batalhão português.
   Foi esse mesmo oficial que relatou depois o ato heroico do soldado transmontano.
   Aníbal Augusto Milhais, mais conhecido por Soldado Milhões, foi o soldado português mais condecorado da I Guerra Mundial e o único militar português condecorado com a mais alta honraria nacional.

Nascimento9 de julho de 1895, Murça
Falecimento3 de junho de 1970, Murça
NacionalidadePortuguês
Morte3 de junho de 1970 (74 anos);Valongode MilhaisMurçaPortugal





CENTENÁRIO DA GRANDE GUERRA -1914/1918- 1ª GUERRA MUNDIAL


O armistício assinala o fim da primeira guerra mundial, que começou a 1 de agosto de 1914. Assinado por todos os beligerantes era assim suspensa a guerra e confirmada a vitória dos Aliados (Franceses, ingleses e americanos) sob a Alemanha.
   São 11 horas do dia 11 de novembro. Todos os sinos tocam a anunciar o fim da guerra. Numa carruagem restaurante de um comboio estacionado na floresta de Compiègne, na Picardia, entre as 5h12 e 5h20, os generais alemães reuniram-se com os Aliados para assinarem uma convenção de paz, o armistício.
   Nos três dias que precedem a assinatura do armistício, Aliados e alemães negoceiam um contrato humilhante para os derrotados. Estipula, entre outras coisas, o cessar-fogo imediato, a entrega por parte dos alemães de todo o material de guerra, da sua aviação e frota de guerra, a evacuação imediata dos territórios invadidos (Bélgica, França, Luxemburgo, Alsácia-Lorena) e a margem esquerda do Rhin (na Alemanha).
   Devido ao seu carater inédito e atroz, a Grande Guerra suscita na Europa uma vaga de esperança e de pacifismo: todos desejam evitar que este tipo de conflito se repita.
   Em 1919, a Sociedade das Nações (antepassada da ONU) é criada para desanuviar as relações internacionais e privilegiar as relações de paz. Mas as cláusulas do armistício são muito duras para a Alemanha enfraquecida poder suportar. A crise económica e o crash da bolsa em 1929 abrem a porta a inúmeras contestações, onde se destaca o movimento nacional-socialista, ou movimento nazi.




Desfile militar assinala os 100 anos do Armistício da Primeira Guerra- Lisboa 4 de novembro de 2018

Portugal assinalou no passado domingo, em Lisboa, com um desfile militar os 100 anos do Armistício da Primeira Guerra, reunindo as altas figuras do Estado.
A cerimónia evocativa dos 100 anos do fim da I Guerra Mundial (1914-1918) começou às 11 horas com a chegada do presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, que passou revista às forças em parada e discursou depois de uma homenagem aos mortos, com a deposição de uma coroa de flores.
Estiveram ainda representadas as forças armadas da Alemanha, EUA, França e Reino Unido, com 80 militares.
Com o propósito de "homenagear a paz" e "honrar a memória" dos 100 mil portugueses que combateram na I Guerra Mundial e os 7500 que morreram no conflito, a cerimónia pretendeu ainda "estimular o orgulho nacional" e ser "um ato de cidadania", segundo porta-voz do EMGFA, chefiado pelo almirante António Silva Ribeiro.
Portugal participou na Grande Guerra com cerca de 100.000 homens ao lado dos aliados, enviando para a frente ocidental o Corpo Expedicionário Português, em 1917.
Os soldados portugueses estiveram também presentes na frente de Angola, em 1914-1915, em Moçambique, entre 1914 e 1918, e em França, em 1917 e 1918.





terça-feira, 6 de novembro de 2018

"Mostrar Ciência"



“Mostrar Ciência” é uma atividade que a biblioteca de Midões está a desenvolver junto dos alunos do 1º ciclo. Começámos por investigar porque é que a maioria das plantas tem cor verde e porque é que as folhas no outono apresentam cores tão diferentes (amarelo, vermelho, laranja…)! Assim, com orientação da professora Cindy, os alunos do 2º, 3º e 4º anos extraíram e separaram (por cromatografia) os pigmentos fotossintéticos de folhas verdes de espinafre e depois extraíram os pigmentos de folhas outonais de videira. No dia 22 de outubro, realizaram a experiência os alunos da turma 4, acompanhados pelo professor Rui; no dia 29 de outubro foram os alunos da turma 5, acompanhados pela professora Ângela e no dia 2 de novembro os cientistas foram os alunos da turma 6, acompanhados pela professora Manuela.
Conversámos sobre algumas regras de segurança a ter num laboratório e revelaram-se excelentes cientistas!
Aqui ficam algumas fotos desta atividade.